sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Parábola do casulo.

" - Duas lagartas teceram cada uma seu casulo. Naquele ambiente protegido,foram tranformadas em belíssimas borboletas. Quando estavam prestes a sair e voar livrimente,vieram as ponderaçoes.Uma borboleta,sentido-se frágil,pensou consigo : "A vida lá fora tem muitos perigos.Poderei ser despedaçada e comida por um passaro. E mesmo se um predador nao me atacar,poderei sofrer com as tempestades.Um raio poderá me atingir.As chuvas poderão colabar minhas asas, levando-me a tombar no chão. Além disso, a primavera está acabando,e se faltar o néctar? QUEM IRÁ ME SOCORRER?" . Os riscos de fato eram muitos, e a pequena borboleta tinha suas razoes. Amedrontada,revolveu não partir,Ficou no seu protegido casulo,mas como não tinha como sobreviver,morreu de um modo triste, desnitrida, desidratada e , pior ainda, enclausulada pelo mundo triste que tecera.
- A outra borboleta também ficou apreenciva;tinha medo do mundo lá fora,sabia que muitas borboletas não duravam um dia fora do casulo,mas amou a liberdade mais do que os acidentes que viriam. E assim,partiu.Voou em direção a todos os perigos preferiu ser uma caminhante em busca da unica coisa quer determinava a sua existência."

O vendedor de sonhos-O chamado / Capitulo: A jornada - pag: 214

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